Eu já tive contato com Linux desde as minhas primeiras experiências com computadores, mas, como a maioria, me acostumei com o padrão do mercado: o Windows.

Minha jornada começou no Windows 7 Starter (que nem deixava trocar o papel de parede) e passou por todas as versões até o Windows 11.
Mas então, por que eu migrei para o Linux se o Windows me atendia “bem”?
A Virada de Chave: Foco e Evolução Pessoal
Tudo começou quando decidi focar na minha evolução pessoal após o ensino médio. Durante minha primeira graduação em Defesa Cibernética, percebi que procrastinava muito querendo jogar. Para resolver isso, criei um dual boot: Windows 11 para lazer e Fedora para os estudos.
Aos poucos, o Linux se tornou meu sistema principal. Quando comecei a estudar para o vestibular da UERJ, passei meses sem sequer abrir o Windows. Percebi que o Linux me permitia customizar e automatizar tudo conforme a minha necessidade, eliminando barreiras entre eu e meus objetivos.
Meu Setup Atual
Hoje, uso o Linux Mint há quase dois anos pela sua estabilidade incrível. E o Windows? Ele não está mais na minha máquina. Para jogos, utilizo o Bazzite, uma distribuição focada em performance gamer que tem funcionado perfeitamente.
O Linux pode ser para você o que foi para mim: a ferramenta necessária para concluir seus objetivos e evitar o ciclo de urgência.
Recomendações Pessoais para 2026
Se você quer testar novos ares, aqui estão as distros que recomendo:
Zorin OS
A melhor porta de entrada para quem vem do Windows. Interface bonita, moderna e muito intuitiva.
Bazzite OS
Ideal para quem quer um sistema otimizado para jogos sem abrir mão da simplicidade no uso diário.
Linux Mint
Meu favorito. Pode não ser o design mais moderno de fábrica, mas é estável como um diamante. Se você busca um sistema que simplesmente funciona, é este.

Para quem busca estudar, trabalhar ou apenas um sistema mais leve, o Linux em 2026 é uma oportunidade real. Muitos canais de tecnologia já mostram o passo a passo da instalação e você verá que não é o “bicho de sete cabeças” que muitos pensam.


